Eu super acho que as pessoas precisam conversar mais sobre compatibilidade...
Depois de ficar um final de semana inteiro privado do meu computador porque as tomadas por aqui são mega diferentes, consegui acessar a internet. Mas como o velho lápis e o bom caderno nunca falham, o texto seguinte foi escrito no dia 04/02/2012.
Depois de ficar um final de semana inteiro privado do meu computador porque as tomadas por aqui são mega diferentes, consegui acessar a internet. Mas como o velho lápis e o bom caderno nunca falham, o texto seguinte foi escrito no dia 04/02/2012.
Paris por entre as árvores, vista da janela.
Passando através do vidro preso ao esquadro largo e retangular de madeira e dos galhos desnudados de suas folhas pelo frio, o olhar se deposita sobre a cidade luz. À esquerda no horizonte, destacando-se por sua altura, está a dama de ferro, a famosa torre Eiffel; um pouco à direita está a sua companheira, a torre de Montparnasse. Companheiras na altura, compartilharam (compartilham?) também o desgosto por parte dos parisienses, afinal aparecem como assimetrias na regularidade cuidadosamente planejada da cidade, mas ironicamente também são gêmeas na popularidade, uma vez que ambas hoje são símbolos da capital francesa e destinos obrigatórios dos turistas - ao menos daqueles que procuram os imediatismos.
Olhando ainda pela janela do quarto, agora na extrema esquerda, a atenção do olhar é roubada para algo bem mais próximo, a floresta que delimita a área pertencente ao Observatoire de Medon, visão essa que fica ainda melhor quando se desloca para a janela do banheiro! Logo ao atravessar a rua da residência é possível se sentar em algum banco na beira do Piece d'Eau du Bel Air, um pequeno lago no interior do Observatório.
Passando através do vidro preso ao esquadro largo e retangular de madeira e dos galhos desnudados de suas folhas pelo frio, o olhar se deposita sobre a cidade luz. À esquerda no horizonte, destacando-se por sua altura, está a dama de ferro, a famosa torre Eiffel; um pouco à direita está a sua companheira, a torre de Montparnasse. Companheiras na altura, compartilharam (compartilham?) também o desgosto por parte dos parisienses, afinal aparecem como assimetrias na regularidade cuidadosamente planejada da cidade, mas ironicamente também são gêmeas na popularidade, uma vez que ambas hoje são símbolos da capital francesa e destinos obrigatórios dos turistas - ao menos daqueles que procuram os imediatismos.
Olhando ainda pela janela do quarto, agora na extrema esquerda, a atenção do olhar é roubada para algo bem mais próximo, a floresta que delimita a área pertencente ao Observatoire de Medon, visão essa que fica ainda melhor quando se desloca para a janela do banheiro! Logo ao atravessar a rua da residência é possível se sentar em algum banco na beira do Piece d'Eau du Bel Air, um pequeno lago no interior do Observatório.
Mas muito ainda é preciso ser visto e dito sobre Meudon e seu antigo Château, um castelo que hoje é uma das três localidades do Observatório da Universidade de Paris, pois apenas uns poucos dias de olhares escapando durante minhas tentativas de resolver problemas da vida prática de um recém chegado não esgotam as possibilidades que esses lugares me reservam, mas ao contrário, aumentam a vontade de as conhecer.
Então, nesse primeiro final de semana, enquanto ainda não consigo sequer usar meu computador por falta de compatibilidade entre as tomadas locais e meu carregador, fico sentado na minha cama, sem saber exatamente como será tudo isso, mas com uma certeza imediata: que a torre Eiffel brilhará de hora em hora na minha janela antes que o sono chegue e estará lá todas as manhãs, difusa pela neblina do inverno.
E no dia seguinte, uma surpresa: a primeira neve do inverno desse ano...e a primeira de todos os meus invernos. Acho que ela estava me esperando, como um presente de boas vindas...mas isso já é puro narcisismo de minha parte.
Ah mano, que covardia... e eu aqui nesse calor de 30 e poucos graus e um carro sem ar condicionado! hauahaua...
ResponderExcluirEmbrulha um pouco de neve e manda por sedex, please.
Na época que eu escrevia e postava na internet pra ninguém ler, muitas vezes escrevi no papel primeiro...
Bem, sobre o narcisismo, só me lembra a minha amiga Narcise, que comprou um casaco feito com pelos de uma ovelha albina do Afeganistão, geneticamente modificada, imagine, que cada ovelha tinha um único pelo... Era um casaco caríssimo, que custava uns 20 ou 30 ou 40 milhões de dólares... hahahaha
Adorei as fotos, mas quero ver fotos suas todo encapotado aí hehehe!
Beijooo
Compatibilidade! Bem me lembro quando minha tia veio nos visitar e pediu pra carregar o notebook. Nem deu.
ResponderExcluirBem bem, mas que lugar mais simpático e inspirável é esse que acolheu meu Cé *-* Com boas vindas do inverno caindo em neve e brancura. É pra você sim, essas doçuras gratuitas sempre serão para você.
(vê se aproveita, porque eu to quase matando alguém com meu mau humor provocado pelo clima lindo do nosso país. ai socorro! '-')
As fotos são lindas mesmo. Tira muitas, escreve sempre que der, trabalhe e estude direitinho (se bem que nem precisa dizer essa última parte) e se apaixone todos os dias.
Fico aguardando a tua poesia :D
Comassim só vejo isso agoraaa??!! hehehe
ResponderExcluirSe bem te conheço, vai continuar tirando fotos de galhos e toda gente morta que você encontrar (não que eu num goste, rs), mas concordo com a Paula... precisamos de uma foto sua pra saber que não e um impostor! hsuashuas
O que eu duvido, depois de ler esse texto! =)
Só pode ser você!
As primeiras semanas você vai ter q impressão de que está gastando tempo demais com burocracias.. mas faz parte neh...
E agora que seu computador está funcionando... põe logo aí como página inicial na internet: www.ryanair.com
ou www.easyjet.com
Fique de olho! hehehe
Pq estamos de olho em vc!
E aparece um dia on line, peloamordedeeeeeels! rs